Catecismo de Nossa Senhora – Lição II: Promessas de Maria

sexta-feira, 14 de outubro de 2016


8-    Que se entende por promessas de Maria?
Entendem-se por promessas de Maria certas profecias, contidas no Antigo Testamento, que tratam mais particularmente desta augusta Virgem e pelas quais Deus quis anuncia-La ao mundo, muitos séculos antes de Ela nascer.

9-   Quais as principais promessas de Maria?
a)    Gênesis III, 15: “Porei inimizades entre ti e a mulher, entre a tua descendência e a descendência dela, e ela esmagar-te-á a cabeça.”
b)   Cânticos VI, 9: “Quem é aquela que vem como a aurora, bela como a lua, brilhante como o sol e terrível como um exército em ordem de batalha?”
Cânticos II, 2: “Como o lírio no meio dos espinhos, tal é minha amada entre os filhos de Adão.”
c)    Isaías VII, 14: “Uma Virgem conceberá e dará à luz um filho que será chamado Emanuel”.
Há ainda numerosas promessas de Maria no Antigo Testamento.

10-   Explique a primeira promessa de Nossa Senhora.
A “mulher” anunciada é Maria Imaculada; a “descendência”, ou posteridade da mulher, é Jesus Cristo, seu Unigênito Filho, e em Jesus Cristo todos os cristãos. A serpente é o demônio, e a raça da serpente são os que de tal modo cometem o pecado que se identificam com ele: “Quem comete o pecado é o demônio” (1 Jo. III, 8).
Maria esmaga a cabeça da serpente, isto é, vence o demônio: primeiro e principalmente por seu Filho Jesus, vencedor do demônio e do pecado; segundo, pela sua Imaculada Conceição.
Deus estabeleceu, assim, “inimizades” perpétuas e irreconciliáveis entre Maria e o demônio, entre a posteridade de Maria e a do demônio. Os hereges de todos os tempos compartilharam dessa inimizade, do lado do demônio, atacando o culto a Maria, destruindo suas imagens e santuários, perseguindo seus devotos.

11-   Por que Maria é comparada à aurora?
A aurora anuncia ao nascer do sol; Maria anuncia o nascimento do Sol de Justiça, Nosso Senhor Jesus Cristo, luz do mundo.

12-   Por que Maria é comparada à lua?
A lua excede às estrelas em brilho e beleza; Maria excede a todos os santos e anjos em santidade e glória. A lua recebe toda a luz do sol, assim toda a graça e glória de Maria vêm de Deus. A lua guia os homens durante a noite; Maria guia o cristão na noite desta vida, na noite das tentações.

13-   Por que Maria é comparada ao sol?
O sol sobrepuja todos os astros em beleza e luz; Maria sobrepuja todos os santos e anjos em beleza e glória. O sol ilumina, alegra, aquece, fecunda; Maria conforta os corações, abrasa-os do divino amor, fá-los produzir frutos de boas obras.

14-   Por que Maria é comparada a um exército em ordem de batalha?
Para nos fazer compreender o grande poder que Deus deu a Maria a fim de nos defender contra os assaltos do demônio.

15-   Por que Maria é comparada ao lírio entre os espinhos?
Para nos mostrar a sua pureza virginal, da qual essa flor é o símbolo. E porque o lírio era tido como remédio contra as mordeduras de serpente; assim Maria é remédio contra as tentações.


Catecismo de Nossa Senhora – Lição I: Predestinação de Maria

segunda-feira, 10 de outubro de 2016


1-     Quem é a Santíssima Virgem Maria?
A Santíssima Virgem Maria é a Mãe de Nosso Senhor Jesus Cristo, Filho de Deus feito homem para nos salvar.

2-    Que se deve entender por predestinação de Maria?
Deve-se entender o lugar especial e privilegiado que Maria ocupou no pensamento de Deus ao decretar e preparar, desde toda a eternidade, a grande obra da Redenção. Eis as palavras do Espírito Santo que a Igreja aplica a Maria: “O Senhor me possuiu no princípio dos seus caminhos, desde o princípio, antes que criasse coisa alguma. Desde a eternidade fui constituída desde o princípio, antes que a terra fosse criada” (Prov. 8, 22 e ss.): “Eu saída boca do Altíssimo, a primogênita de todas as criaturas” (Eclo. 24, 5)

3-    Para que foi predestinada Maria?
Além da predestinação à graça e à glória de todos os eleitos, Maria foi objeto de uma predestinação especialíssima: ter a honra de ser a Mãe do Verbo feito homem e, por isso, os mais preciosos dons da graça neste mundo e maior glória no outro.

4-    De onde veio o nome de Maria?
Segundo a opinião dos santos doutores, São Jerônimo, Santo Epifânio, Santo Antônio, São Pedro Damião e outros, este santíssimo nome veio do Céu, foi por ordem expressa de Deus que São Joaquim e Santa Ana o impuseram em sua santíssima filha.

5-    Que significa o nome de Maria?
Significa: Estrela do Mar, Senhora, Soberana, luz brilhante, ou oceano de amargura.

6-    Devemos ter devoção ao nome de Maria?
Sim, porque é o nome da Mãe de Deus e nossa Mãe e protetora. Nome que enche o céu de alegria e é o terror dos demônios.

7-    Há uma festa especial para honra o nome de Maria?
A festa do Santíssimo Nome de Maria, no dia 12 de setembro. Festa instituída pelo Papa Inocêncio XI, em 1683, em agradecimento pela libertação da cidade de Viena sitiada pelos Turcos maometanos.

Devoção Marial – Dom Antônio de Castro Mayer


         Maria Santíssima é Mãe de Deus. Dignidade que, diz Santo Tomás de Aquino, atinge as raias do infinito. Predestinada, desde toda a Eternidade, para ser Mãe do Filho de Deus feito homem, a Virgem Maria adquiriu relações íntimas e inefáveis com a Santíssima Trindade, que criatura nenhuma outra pode ter. De outra parte foi Ela associada a toda a obra divina, porquanto a Encarnação do Verbo de Deus é a razão de ser de tudo quanto foi feito.

         Como Mãe de Deus, adorna-se Nossa Senhora de perfeições que a elevam ao concílio íntimo das Três Pessoas Divinas: como Mãe do Redentor, participa da Missão do Filho de Deus na terra, é a Corredentora. Eis que Maria Santíssima ao lado de Deus e seu Filho, ocupa lugar central na Economia da graça.

         A devoção que lhe presta o povo fiel é característica da verdadeira Igreja de Jesus Cristo. Por Ela os cristãos do Japão, após 150 anos de perseguição feroz que os separou totalmente do Ocidente, discerniram como católico o missionário que lá apareceu, capelão do consulado francês. Em sentido inverso, o esmorecimento da devoção marial é indício de inautenticidade católica. De modo geral, a heresia afasta, quando não odeia e combate o culto à Santíssima Virgem.

         Eis a razão porque, no Vaticano II, causou pesar e estranheza a corrente conciliar temerosa de dar à Mãe de Deus excessivo destaque! Na aula conciliar, não faltou quem debicasse de seu título de Mãe da Igreja, que a faria, dizia o orador, a “avó” do povo fiel. A súplica pela definição do dogma da Mediação Universal de Maria, apresentada por seiscentos bispos, passou em silêncio; e um estudo especial sobre a Mãe Santíssima de Deus, previsto no esquema da Comissão Preparatória, foi rejeitado: bastaria que Maria Santíssima aparecesse como apêndice da constituição sobre a Igreja! Com essa leva de teólogos (?), tão poderosa no Concílio, não admira uma missa pós-conciliar que se aproxima da liturgia protestante!

         “De Maria nunquam satis”, dizem os Santos. Não se deve dizer basta nos louvores a Maria Santíssima. Não temamos cultuá-la excessivamente. Estamos sempre muito aquém do que Ela merece. Não é pelo excesso que nossa devoção marial falha. E sim, quando é sentimental e egoísta. Há devotos de Maria que se comovem até às lágrimas, e, no entanto, se ajustam, sem escrúpulos à imodéstia e à sensualidade dominantes na sociedade de hoje. Sem imitação não há verdadeira devoção marial.

         Consagremos, realmente, a Maria Santíssima nossa inteligência e nossa vontade, com a mortificação de nossa sensibilidade e de nossos gostos, e Ela cuidará de nossa ortodoxia. “Quielucidant me vitam aeternam habebunt” (Ec. 24, 31), diz a Igreja de Maria. Os que se ocupam de fazê-la conhecida e honrada terão a vida eterna.

Dom Antônio de Castro Mayer (1982)

O Rosário - Dom Antônio de Castro Mayer

segunda-feira, 20 de junho de 2016

Monitor Campista, 07/10/1984
Heri et Hodie, nº 14, outubro de 1984

A Sagrada Liturgia saúda a Maria como vencedora, sozinha, de todas as heresias do mundo (Ant. do 3º not. do Of. Comum de Nossa Senhora)

Destas salutares proezas da Virgem Santíssima ficou especialmente marcada, na História, a vitória sobre os albigenses, esses maniqueus da Idade Média, que infestaram, sobretudo, a França e o norte da Itália. Contra eles, segundo consta, serviu-se São Domingos, fundador da Ordem dos Pregadores, da difusão da reza do Santo Rosário entre o povo fiel.

É oportuno salientar certa analogia entre várias posições dos hereges albigenses e os progressistas da igreja nova. Os albigenses negavam a Presença Real de Jesus Cristo na SS. Eucaristia, negavam igualmente a transubstanciação, admitiam o batismo só para adulto, opunham-se ao culto das imagens, eram contra a guerra mesmo defensiva, etc.

Em termos assim tão taxativos, não cremos haja progressistas que subscrevam as heresias dos albigenses. Porém, que na igreja nova se nota uma espécie de ojeriza pelas imagens, é coisa evidente, quando elas são desalojadas dos templos. Também o novo ordo da Missa obscurece a Fé na Transubstanciação, de que não fala, e na Presença Real, que não salienta como a anterior ao Vaticano II. Assim igualmente há quem peça o batismo só para os adultos com capacidade de escolher. Mais ou menos como seria a mãe que não alimentasse o filho de colo, porque não sabe se ele vai realmente desejar viver!

De maneira que hoje, como nos tempos dos albigenses, como sempre, é de suma importância a devoção do Sacratíssimo Rosário da Bem-Aventurada Virgem Maria.

Na festa de Nossa Senhora do Rosário, hoje, 7 de outubro, convém salientar a grande atualidade da reza frequente, mesmo quotidiana, do Rosário, ou ao menos, do Santo Terço.

O Segredo de Fátima (Dom Antônio de Castro Mayer)

sexta-feira, 13 de maio de 2016




            Como Lourdes, no século passado, assim Fátima é o acontecimento mais saliente de nosso século. Daí, todo interesse que despertam, mesmo fora dos ambientes católicos, as conversas mantidas pelos pequenos pastorinhos de Aljustrel com a Mão Santíssima de Deus.

            Semelhante assunto constitui objeto de um artigo do tablóide romano Si Si No No de fevereiro, escrito por quem melhor conhece o assunto, o Irmão Miguel da SS. Trindade, do Instituto Contre Reforme Catholique, do Abbé de Nantes.

De si o segredo é um só, diz a principal das videntes, a Irmã Lúcia, que envolve três coisas distintas: a primeira, é a visão do inferno e a apresentação do Imaculado Coração de Maria como remédio supremo oferecido por Deus à humanidade para a salvação das almas: “para salvá-las, Deus quer estabelecer no mundo a devoção ao meu Coração Imaculado”, a segunda é a profecia sobre a paz que será concedida ao Mundo, como fruto da consagração da Rússia ao Coração Imaculado de Maria e a prática da Comunhão reparadora nos primeiros sábados do mês.

            Em 1941, a Irmã Lúcia afirmou que não poderia revelar a terceira parte do segredo. Em junho de 1943, enfermou gravemente, em Tuy na Espanha. Estava com as Dorotéias. Mons. Silva, Bispo de Leiria, ficou receoso de que a vidente levasse o segredo ao túmulo. Pelo que, instigado por seu confidente e amigo, Cônego Galamba, levou Irmã Lúcia a escrever desde logo o texto do segredo e encerrá-lo em envelope lacrado, a ser aberto mais tarde. Embora seu primeiro destinatário, Mons. Silva não quis tê-lo; ficou então assentado que, na eventualidade do seu falecimento, o envelope seria encaminhado ao Cardeal Cerejeira, Patriarca de Lisboa. Como Mons. Silva se obstinava na recusa de tomar conhecimento do texto secreto, Irmã Lúcia levou-o a comprometer-se que o terceiro segredo seria aberto e lido ao mundo por ocasião de sua morte, ou em 1960. Não há dúvida de que estas disposições provinham da própria Virgem Maria.

O Concílio e Fátima

- Dom Antônio de Castro Mayer
 
            Numa das aparições com que sua materna solicitude nos visitou na pessoa da Irmã Lúcia, em Fátima, a Virgem Santíssima Senhora Nossa pediu a consagração de todo o mundo, com referência especial da Rússia, ao seu Imaculado Coração. Esta consagração, segundo a promessa da Mãe de Deus, abreviaria as tribulações do Mundo, que são castigos dos pecados dos homens, e seria a salvação da Rússia. A consagração deveria ser feita pelo Papa em união com todos os bispos do Mundo. É o que Nossa Senhora pediu em 1929, numa de suas aparições fora da Cova da Iria.
 

Cento e cinquenta diamantes

sábado, 2 de abril de 2016


"Se eu vos desse a cada dia cento e cinquenta diamantes, vós, ainda que fosseis meu inimigo, não me perdoaríeis? E, se fosse amigo, não me faríeis todos os favores que estivessem ao vosso alcance? Pois se quiserdes vos enriquecer dos bens de graça e de glória, saudai a Santíssima Virgem, honrai vossa boa Mãe."

-Beato Alano de La Roche

X. ALGUNS OUTROS OBSÉQUIOS

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016

Ntra. Sra del Refugio, Miguel Cabrera
1. Celebrar ou fazer celebrar, ou pelo menos ouvir Missa em honra da Santíssima Virgem. É verdade que o Santo Sacrifício só se pode oferecer a Deus, principalmente em reconhecimento de seu supremo domínio. Isso, porém, não impede, diz o Sagrado Concílio de Trento, que ele possa ser oferecido ao mesmo tempo a Deus para agradecer-lhe as graças concedidas aos santos e à divina Mãe, a fim de que, celebrando nós sua memória eles se dignem interceder por nós. Assim o indicam as próprias palavras da Santa Missa. Essa prática, assim como a recitação de três Pai-Nossos, Ave-Marias e Glória Patri à Santíssima Trindade, para agradecer-lhe as graças feitas a Maria, revelou a própria Santíssima Virgem a uma alma ser-lhe muito agradável. Pois, não podendo agradecer plenamente ao Senhor todos os benefícios que lhe foram concedidos, muito gosta que seus filhos a ajudem para esse fim.

IX. RECORRER FREQUENTEMENTE A MARIA


Afirmo que, entre todas as práticas devotas, nenhuma há que tanto agrade a nossa Mãe, como recorrer frequentemente à sua intercessão. Peçamos-lhe, pois, auxílio em todas as necessidades particulares. Por exemplo: quando vamos tomar ou dar conselhos, nos perigos, nas aflições e tentações, principalmente nas tentações contra a pureza. Certamente nos há de socorrer a divina Mãe, se a ela recorremos com a antífona Sub tuum praesidium, ou com a Ave-Maria, ou com a simples invocação de seu santíssimo nome, que tem uma força particular contra os demônios.

VIII. DAR ESMOLAS EM HONRA DE MARIA

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

A Virgem e o Menino Jesus com São João Batista - Francisco de Zurbarán


Costumam os servos de Maria, sobretudo aos sábados, dar esmolas em sua honra. S. Gregório fala de um irmão leigo, chamado Deusdedit, que distribuiu aos pobres, no sábado, o que tinha ganho durante a semana, como sapateiro. Ora, a uma alma santa foi mostrado, em visão, um palácio suntuoso que Deus estava preparando no céu a esse servo de Maria, e em cuja construção só se trabalhava aos sábados. O santo confessor Gerardo de Monza (+ 1207) não recusava coisa alguma que lhe fosse pedida em nome de Maria. O mesmo fazia o jesuíta, padre Martinho Gutiérrez. Por essa razão, como ele mesmo confessou, nunca pediu uma graça a Maria sem que a alcançasse. Tendo sido ele morto pelos Huguenotes, apareceu a Virgem a seus companheiros com algumas virgens, pelas quais mandou envolver o corpo num lençol. S. Eberardo, Arcebispo de Salzburgo, tinha a mesma devoção. Por isso o viu um santo religioso, sob a forma de um menino, nos braços de Maria. "Eis o meu filho Eberardo, que nunca me recusou coisa alguma", disse Maria. Igual prática era usada por Alexandre de Hales. Tendo-lhe um leigo de S. Francisco pedido em nome de Maria que se fizesse franciscano, deixou ele o mundo e entrou para a Ordem.

Não deixem, pois, os devotos de Maria de dar cada dia, em sua honra, uma pequena esmola, que devem aumentar aos sábados. E se não podem fazer mais, ao menos, pelo amor de Maria, pratiquem alguma outra obra de caridade, como assistir aos enfermos, rezar pelos pecadores e pelas almas do purgatório, etc. As obras de misericórdia são muito agradáveis ao coração dessa Mãe de misericórdia.


(Glórias de Maria - Santo Afonso de Ligório)



VII. ENTRAR NAS CONGREGAÇÕES DE MARIA

Virgen de las Cuevas, Francisco de Zurbarán (Museu de belas artes - Sevilla)


Alguns há que desaprovam as congregações, dizendo que muitas vezes são fontes de litígios, e que muitos entram nelas por fins humanos. Mas assim como não se condenam as igrejas e os sacramentos por haver muitos que deles abusam, pela mesma razão não se deve condenar as confrarias. Longe de reprová-las, os Sumos Pontífices as têm com muito louvor recomendado e enriquecido seculares a entrarem nelas. E que não fez S. Carlos Borromeu para fundá-las e multiplicá-las? Em seus sínodos, sobretudo, insinua aos confessores que se esforcem para que nelas entrem os seus penitentes. E com razão, porque essas confrarias, especialmente as da Virgem, são como outras tantas arcas de Noé, onde os pobres seculares acham um refúgio contra o dilúvio. Nós, com a prática das missões, bem temos podido conhecer a utilidade dessas pias associações. Em regra geral, acham-se mais pecados em um homem que não pertence à confraria do que em vinte que a frequentam. Pode-se compará-la à torre de escudos para a defesa dos heróis" (Ct 4, 4). As confrarias proporcionam a seus congregados muitas armas de defesa contra o inferno, e fornecem-lhes, para conservar a graça divina, muitos meios que fora delas dificilmente serão empregados.

UM GRANDE DEVOTO DE MARIA



   O célebre presidente do Equador, Garcia Moreno, assassinado pela maçonaria em 1875, era devotíssimo de Nossa Senhora.

   Achando-se um dia entre operários irlandeses, que mandara vir dos Estados Unidos para montar uma serraria mecânica, interrogou-os sobre os costumes religiosos de seu país e perguntou-lhes se sabiam algum cântico em honra de Maria Santíssima.

   Os bons irlandeses puseram-se logo a cantar. Garcia Moreno ouvia-os cheio de comoção. Terminado o cântico, perguntou:

 
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